
domingo, 8 de fevereiro de 2009
A 80 páginas do fim...

domingo, 1 de fevereiro de 2009
O Trabalho dos Monges Copistas

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
A Filha da Profecia - Crítica
E, doze dias depois de ter começado a ler, terminei há três horas a leitura d' A Filha da Profecia, o volume que encerra a magnífica e respeitável trilogia Sevenwaters, de Juliet Marillier!segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
O Estranho Caso de Benjamin Button - Crítica
E ontem, ao passar pela Fnac, vi numa prateleira o livro que deu origem a um dos filmes mais mediáticos do ano que passou: O Estranho Caso de Benjamin Button. O filme está nomeado para 13 Oscars, e é bastante conhecido: um homem que nasce velho e morre bebé, rejuvenescendo ao longo da vida. Como o livro era bastante pequeno, com 70 páginas mas letras grandes, li-o em meia hora na livraria. Porque, na verdade, O Estranho Caso de Benjamin Button é um conto. E que conto!quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Juliet Marillier
Que momento melhor para falar desta grande autora do que este, em que, inesperadamente, já vou a metade do livro "A Filha da Profecia" (250 páginas em 5 dias está a ser, para mim, um ritmo bastante rápido). O livro está a superar todas as minhas espectativas. Via espalhadas pela Internet críticas à triologia Sevenwaters, dizendo que, dos três, este era o que as pessoas colocavam como o livro que menos tinham gostado. Pois bem, até agora, para mim está a ser o meu favorito.Juliet Marillier nasceu em Dunedin, na Nova Zelândia, uma cidade com fortes tradições escocesas que a influenciaram profundamente. Licenciou-se com distinção em Linguística e Música na Universidade de Otago e tem tido uma carreira variada que inclui o ensino, a interpretação musical e o trabalho em agências governamentais. Foi considerada por inúmeros críticos internacionais como a sucessora de Marion Zimmer Bradley (autora d'As Crónicas de Avalon).
Juliet estreou-se no mundo literário no ano de 1999, com A Filha da Floresta, e desde então, em apenas dez anos, já publicou 11 livros, estando já a escrever o 12º (Hearth's Blood). Em seguida segue-se a lista dos seus livros, que se organizam por sagas distintas.
Sevenwaters
Filha da Floresta (1999)
O Filho das Sombras (2000)
A Filha da Profecia (2001)
O Herdeiro de Sevenwaters (2008) *
Saga das Ilhas Brilhantes
O Filho de Thor (2002)
A Máscara da Raposa (2003) –
As Crónicas de Bridei
O Espelho Negro (2004)
A Espada de Fortriu (2005)
O Poço das Sombras (2006)
Série Wildwood
Danças na Floresta (2006)
O segredo de Cibelle (2007)
*Este livro só será editado em Portugal no decorrer do ano 2009 (título não confirmado)
Vou, então, continuar a ler A Filha da Profecia. Informo também que a Patrícia voltou a ficar sem acesso à Internet e que, pelo menos por uns tempos, não poderá aceder ao blog. BOas leituras para todos!
tiago
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Lua Nova - Crítica (Tiago)
Hoje terminei de ler o segundo livro da saga Luz e Escuridão, da Stephanie Meyer - Lua Nova. Foi um livro que li mais ou menos rápido, tendo em conta a minha velocidade média para ler livros com o tamanho deste (cerca de 400 páginas). Por norma, costumo demorar cerca de um mês, por vezes um pouco mais... mas à semelhança do que aconteceu com Crepúsculo, o primeiro da saga, Lua Nova foi bastante rápido e agradável de se ler (fi-lo em 16 dias).
A escrita de Stephanie Meyer é harmoniosa, vai sempre fluindo para novos caminhos... mas a principal característica, que, na minha opinião, está ainda mais sublinhada neste segundo volume, é a lentidão dos factos. Todas as acções são ponderadas. As descrições, minuciosas, principalmente ao nível dos sentimentos. Os diálogos parecem estudados pelas próprias personagens... resumindo, é um daqueles livros que não sei como resultará no cinema! A acção é tão lenta, tão parada... é quase como um drama. Mas com vampiros. [ E, desta vez, lobisomens! ]
Mais para o fim, novamente à semelhança de Crepúsculo, existem cerca de dois ou três capítulos mais mexidos. Mas, e por completa antítese, queixo-me eu que o livro é muito parado, mas as partes mais mexidas são as que menos gosto. Parece que a própria escrita da autora funciona melhor aquando do ritmo da acção lento...
SPOILERS : [ A história estava bastante original, e acho que a autora apostou bastante bem ao dar um rumo diferente e inovador à história - e não é que Edward, o grande amado de Bella no primeiro volume, se vai embora com a família logo no capítulo 3 e a deixa para trás, sozinha, abandonada, e a sofrer do coração. É assim que um protagonista pode passar, embora muito ligeiramente, a "mini-vilão". Não há quem não fique zangado com a atitude do vampiro. ]
Gostei, um pouquinho menos do que do Crepúsculo nuns aspectos, um bocadinho mais noutros. A minha personagem preferida (Charlie) desceu um pouco na minha consideração, mas em contra-partida, Jacob, a minha segunda personagem preferida, subiu - como seria de esperar, aliás, pela participação importante que representa neste volume.
Apesar de tudo, deu-me um gosto enorme de o ler, e nem por um bocadinho o achei chato. O livro pega em nós com naturalidade e faz com que o leiamos com vontade.
Personagens Preferidas: Charlie (pela preocupação com Bella e por ser um pai atrapalhado e preocupado, [ e por ter perdido completamente as estribeiras no fim do livro! ] e Jacob ( [ porque sempre desejei que ele ficasse com a Bella e, neste livro, pude provar um pouco esse sabor. E porque mostrou ser um amigo fiel... e invulgar ] ).
Nota (0/10) - 8 (Muito Bom)
Tiago.
Post Scriptum: Podem ler a minha crítica ao livro Crepúsculo carregando aqui. E podem ler a crítica da Patrícia em relacção ao Lua Nova carregando aqui.
E agora, vou começar A Filha da Profecia!
[Já agora, um pequeno aparte, a fotografia do livro é da minha autoria, e a mão apresentada é obviamente a minha!]
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Próxima Leitura - A Filha da Profecia
Dos dois primeiros tive uma opinião bastante positiva. Parto para este com as espectativas bastante elevadas, com a esperança de ler um fim digno da qualidade que a trilogia já provou ter!
" Fainne foi criada numa enseada isolada na costa de Kerry, com uma infância dominada pela solidão. Mas o pai, filho exilado de Sevenwaters, ensina-lhe tudo o que sabe sobre as artes mágicas. Esta existência pacífica será ameaçada em breve, e a vida de Fainne jamais será a mesma, quando a avó, a temida feiticeira Lady Oonagh, se impõe na sua vida. Com a perversidade que a caracteriza, a feiticeira conta a Fainne que tem um legado terrível: o sangue de uma linhagem maldita de feiticeiros e foras-da-lei, incutindo nela um sentimento de ódio profundo e, ao mesmo tempo, a execução de uma tarefa que deixa a jovem aterrorizada. Enviada para Sevenwaters, com objectivo de destruí-la, vai usar todos os seus poderes mágicos, para impedir o cumprimento de uma profecia. "
Brevemente, a minha crítica ao livro Lua Nova (leiam a da Patrícia carregando aqui)
tiago